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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Quatro mulheres são presas ao tentar entrar com celulares e drogas na Penitenciária Mário Negócio em Mossoró


Mulheres tentaram entrar na PAMN com droga e celulares na vagina

Maria da Conceição tentou esperteza,mas foi desmascarada pelos agentes da equipe "B"

Celulares,fundo falso e o balde de margarina. A manobra não deu certo
Uma manhã de visitas bastante tumultuada na Penitenciária Agrícola Mário Negócio em Mossoró,neste sábado 10 de novembro de 2012.
Três mulheres vindas de Natal para visitarem seus companheiros que estão presos na PAMN foram detidas ao tentar entrar com drogas e celulares naquela unidade prisional.
As três mulheres de nomes, Denise Batista da Silva,Vacimeia Ferreira do Nascimento e Kátia Matoso,residentes em Natal,após serem revistadas por agentes femininas,que encontraram drogas e celulares em suas vaginas,foram detidas e autuadas em flagrante delito e ficarão presas a disposição da justiça.
Outra Mulher que também foi presa e autuada em flagrante tentando entrar com celulares na PAMN,Maria da Conceição Rodrigues de Andrade Silva,residente em Mossoró.
Ele tentava entrar com cinco celulares em um fundo falso de um balde de manteiga de cinco quilos, que continha mão de vaca e prentendia levar a comida  para seu esposo que está preso na penitenciária.
Maria da conceição foi flagrada pelos Agentes da equipe B da PAMN. os celulares com os respectivos carregadores,estavam embalados em Preservativos (camisinhas).
Segundo dados do setor administrativo da Penitenciária Mário Negócio,em menos de dois meses,foram apreendidos cerca de vinte aparelhos de celulares naquela unidade prisional.F
FONTE: O CÂMARA 2

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Parazinho/RN: Ex-vereador é assassinado pela mulher e tem corpo carbonizado

 (Divulgação/FOCOELHO)

Uma mulher identificada como Sandra Maria Bezerra, de 42 anos, foi presa em flagrante na tarde desta terça-feira (26/06/2012), acusada de matar o marido Geraldo Torres de Paula, de 72 anos, e depois atear fogo na vítima com quem manteve um relacionamento de oito anos. O crime aconteceu na residência do casal localizada no município de Parazinho, a 116km de Natal.

O fato aconteceu por volta das 15 horas de ontem enquanto a vítima dormia. Segundo informações do delegado da Polícia Civil, Antônio Taveira, a acusada deu uma paulada na cabeça do marido e em seguida arrastou-o até o banheiro onde tentou iniciar um esquartejamento utilizando um facão. “Ela chegou a cortar o braço e o pescoço da vítima, mas como o facão não estava amolado, ela desistiu e acabou ateando fogo no corpo do marido”, relatou.

Um dos vizinhos acionou a polícia, que efetuou a prisão de Sandra. Na delegacia, ela alegou que vinha sendo agredida pelo marido. “Foi o motivo que ela alegou para praticar o homicídio, mas não vimos nenhuma marca de agressão no corpo dela”, disse Taveira. Segundo o depoimento da acusada, eles teriam tido uma discussão antes do crime. O casal teria se separado, mas reataram a pouco tempo por vontade dela.

Informações que chegaram à polícia dão conta de que ela seria usuária de drogas. Sandra Maria foi autuada por homicídio qualificado por motivo fútil.

Fonte: http://www.dnonline.com.br
GERALDO TORRES, NATURAL DE SÃO BENTO DO NORTE-RN, NASCIDO A 16 DE OUTUBRO DE 1939

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Mulher ferida por um tiro após atentar contra a vida de um policial militar


A desocupada Fernanda Félix da Silva, 28 anos, foi presa na manhã do dia 3 de fevereiro de 2012, acusada de armada com uma faca ameaçar populares e feirantes em Mossoró. A violência aconteceu no bairro Paredões, onde a acusada foi perseguida e presa por policiais militares, que para acalmar a fúria da mulher tiveram que disparar um tiro contra ela.Segundo a PM, por volta das 8h moradores se sentindo ameaçados acionaram uma viatura para levar a mulher. No momento que os policiais tentaram prender a desocupada, ela investiu contra um soldado, que só não foi esfaqueado devido o tiro disparado pelo colega que atingiu Fernanda na perna direita. Ela foi socorrida por uma viatura do Samu e levada ao Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), onde permanece internada e após receber alta será encaminhada ao Centro de Detenção Provisória (CDP) feminino de Mossoró.
A mulher ferida com um tiro é a mesma que na semana passada esfaqueou o namorado no centro da cidade.
FONTE: JORNAL O MOSSOROENSE

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

MULHER MATA HOMEM A FACADAS NA CIDADE DE ASSU-RN

Fábia Paula Dias, 30 anos acusada - creditos foto: focoelho

Um crime de homicidio foi registrado na tarde de ontem (sábado 22 de Outubro) por volta das 17h00 na Rua Dr. Luiz Carlos, Bairro Dom Elizeu mas precisamente em uma vila residencial próximo a prática equipadora na cidade de Assu/RN.
A acusada do crime identificada por Fábia Paula Dias, 30 anos, natural de Fortaleza e residente a dois meses em uma casa de drinks na referida rua desferiu duas cutiladas fatais de faca peixeira contra Ronaldo Ribeiro da Silva, 37 anos residente na Rua onde o crime aconteceu.

Em conversa com a acusada a mesma falou que a vitima teria agredido-a e pra se defender teria efetuado as cutiladas, informações essas que serão apuradas pelo delegado de Assu Dr. Claúdio Ferreira.
FONTE: BLOG TATOS E NOTÍCIAS DO COTIDIANO

A MULHER E A CRIMINALIDADE

Quando pensamos em uma mulher criminosa temos sempre a idéia de lidar com a exceção, de restarmos analisando um verdadeiro traço percentual daquilo que, de fato, representa a criminalidade em toda sua grandeza, porém alguns trabalhos existem questionando o crescimento social da mulher e sua extensão para esse outro aspecto relevante da sociedade e impossível de ser desprezado, até mesmo porque, com o desenvolvimento social, ocorreu também o aumento excepcional da carga de violência em todos os ramos onde se faz presente a pessoa humana, sempre sendo necessário esclarecer que desconsiderar a presença da mulher neste panorama passa inclusive por preconceitos. Os espaços da sociedade que se julga ter maior relevância são, no mais das vezes, reservados para os homens, como a da magistratura ou do Ministério Público ou mesmo nesta Faculdade de Direito. Segundo Gemma Marotta, a realidade da cultura italiana aponta um relevante papel em organizações como a camorra e a cosanostra para o universo feminino, qual seja, o de fazer ensinar a omertá, melhor dizendo, o "código de ética e conduta dos mafiosos", cabe a elas os ensinamentos da honra entre aqueles criminosos e alguma pequena participação em conspirações sexuais, nunca ou quase nunca atingindo o posto de Capo. Nas organizações como as do tráfico no nosso território nacional, alguns estudos destacam uma participação feminina em torno de 30%, mas sempre em atividade menores como a de "bucha" ou "mula", somente cerca de dois por cento atingindo o "cargo" de "dona da boca" ou "gerente do tráfico. Em relação ao objeto que ora proponho, não foram os números ou a visibilidade e importância social que me chamaram atenção, mas a própria "invisibilidade" dos crimes cometidos pela mulher. Percebi que não me interessava tão-somente classificar os crimes cometidos por mulheres, mas, sim, conhecer a história que levou aos crimes. A história de suas condições de vida, seu cotidiano, suas relações com a família, com suas vítimas, com os outros é um recurso para entender o significado dos assassinatos por elas cometidos, por que mataram e como representaram essa ação. Deixando de lado a representação do "crime feminino", considerado típico da mulher, como o infanticídio —a mãe que mata o bebê sob a influência do estado puerperal— o aborto, a prostituição, o abandono de crianças, o assassinato dos companheiros e, hoje, o envolvimento com drogas, passei a estudar casos em que as mulheres mataram homens, sendo companheiros ou não, outras mulheres, inimigos, independentemente de qualquer tipo de classificação. O contato com essas mulheres em muito assegurou a inexistência de uma maldade exacerbada ou mesmo de qualquer valor social relevante diferenciador, que pudesse conduzir-nos à conclusão que restávamos diante de deformadas mentais ou sociais. Eram sim pessoas e criminosos comuns, sendo processadas e condenadas por se envolverem em crimes de morte e outros, algumas vezes sim por conta de companheiros e em razão de parentesco, contudo, por outras tantas vezes, pela ambição ou pobreza, e por tudo aquilo que leva o ser humano a cometer delitos.

O tráfico de entorpecentes é mesmo o principal motivo de mulheres prisioneiras, sendo certo que, muitas vezes, um tráfico efetivado com papel de importância menor, seja somente na condução da droga como transportadoras (cremos que, justamente, por essa antiga e estereotipada idéia de que a mulher possui essa menor inclinação para o crime) ou por assumir a condução de uma quadrilha pela prisão do marido ou como comandante dele enquanto preso, as demais prisões ocorrem pela prática dos delitos como de roubo e furto, valendo destacar que somente ao mínimo encontra-se o encarceramento de mulheres pelo crime de homicídio. Assim, também, o fato de que muitas vezes acontece a absolvição em tantos crimes praticados por mulheres , além da própria legislação penal que traz outras espécies de punições para delitos menos graves (por exemplo as penas alternativas à prisãoem se tratando de delitos de lesões corporais). Assim, a mulher comete menos crimes dessa natureza por ter sido socializada para o confinamento ao mundo privado, para ser mãe e esposa, cujas características de docilidade e fragilidade lhes foram atribuídas para cumprir seu papel de dedicação ao lar. A mulher foi educada para o ‘doce'' lar, lugar da passividade e o homem para o mundo, lugar do trabalho e da competição, onde deveria ser forte e viril para, de lá, retirar o sustento de sua família. Assim, não se contesta que sejam poucos os casos de mulheres envolvidas em assassinatos. Entretanto, quando se trabalha com estatísticas oficiais, percebe-se que há um fosso entre os números e a realidade. A legislação penal e o sistema judiciário devem ser como a deusa da justiça têmis: cega e imparcial, julgando com igualdade os iguais e desigualdade os desiguais nos limites próprios de suas semelhanças e diferenças, porém, perguntamos se o preconceito, essa idéia de que a doce mulher é incapaz de cometer crimes, imagem das santas padroeiras ou das mães celestiais, não fariam os julgadores errarem o "golpe", dosando penas ou oferecendo denúncias. O fato é que permanece no consciente e inconsciente nosso essa imagem que se tinha de mulher: dona-de-casa, mãe, esposa e musa inspiradora do marido. Porém também é verdade que como conseqüência da necessidade da educação dos filhos começou a surgir a idéia da mulher letrada, capaz de ser uma transmissora de conhecimentos e deveres sociais, sem que pudesse perder de vista, no entanto, o seu papel de
senhora da casa.
FONTE: SHOVOONG.COM

CRIME DE HOMICÍDIO EM ALEXANDRIA PRATICADOS POR 3 IRMÃS

21/01/1992 – Por volta das 17 horas, na Rua Padre Carlos, bairro do Cascalho, próximo ao Quartel da Polícia Militar, as irmãs FRANCISCA ITAMIRAM DE OLIVEIRA, FRANCISCA ALTAMIRA DE OLIVEIRA e MARENILDES AGRIPINO DE OLIVEIRA assassinaram a pessoa de FRANCISCA DE FÁTIMA VIEIRA DE LIMA, 29 anos, natural de Pilões-RN, filha de SEBASTIÃO MOISES DA SILVA e de CÍCERA VIEIRA XAVIER. A vítima foi morta com 3 tiros de revóçver calibre 38. As duas primeiras mulheres foram presas em flagrante de delito, enquanto, a última conseguiu fugir

CRIME DE INFANTICÍDIO EM APODI

11/04/1987 – A pessoa de Maria Astrogilda de Lima Reinaldo, foi presa e autuada em flagrante de delito, quando a mesma dava entrada na maternidade Claudina Pinto, na cidade de Apodi, onde mediante informações do Dr. José Pinheiro Bezerra, dava conta que a mesmo havia chegada naquela unidade hospitalar perdendo muito sangue e se negado a dizer, que tinha dado à luz a uma criança, mas por investigação médica, a mesma confessou, que havia parido e enterrado a criança. O recém-nascido foi morto no quintal e enterrado no monturo, constando assim o crime de infanticídio.

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